Falece o compositor Nilson Lombardi


O compositor Nilson Lombardi (1926 - 2008) faleceu em
Sorocaba, sua cidade natal.
Sendo um dos representantes da Escola Camargo Guarnieri,
embora possuidor de uma obra não muito volumosa,
destacou-se pela criatividade admirável e domínio da técnica.

Como pessoa, sempre despertou simpatia por sua afabilidade,
bom humor e integridade de caráter.

DAdos completos sobre o compositor podem ser encontrados
em seu site oficial:
http://www.nilsonlombardi.com.br/historia.htm

 


Falece na Itália a harpista Laura Ferraro

Aos 87 anos, faleceu na Itália, sua terra de origem, a harpista Laura Viviani Ferraro.
Casada com o Maestro Mário Ferraro, teve atuação destacada no meio musical
brasileiro na qualidade de intérprete e professora.
Morando em São Paulo, foi responsável pela formação das melhores harpistas
nacionais - como integrarantes das orquestras, como solistas e como
recitalistas.
Casualmente, o programa Músicas que Elevam (Boa Vontade TV - SKY - Canal 27),
nesta mesma semana, apresenta a harpista Maria Teresa Briamonte, discípula
de Laura Ferraro, a respeito da qual faz referências históricas.


Música Brasileira no Exterior

(Transcrevemos na íntegra o comunicado do Ministério da Cultura)



Dia 21 de julho de 2005 - foi lançada política inédita de apoio e difusão da música brasileira no exterior. O Secretário-Executivo e Ministro Interino da Cultura, Juca Ferreira, o presidente da Brasil Música e Arte - BM&A, José Carlos Costa Netto, e
o presidente da Associação Brasileira de Gravadoras Independentes - ABGI, Solon Siminovich, assinaram o protocolo de intenções que cria o Pró-Música, Programa
de Apoio à Exportação de Música.

"A música brasileira tem se firmado no mundo, mas sem explorar todo o seu
potencial. Por isso, decidimos investir numa política de Estado que priorizasse a música como um produto de exportação de altíssima qualidade e importância para
o país", explicou o ministro interino. "Com o Pró-Música vamos estimular a difusão
da música brasileira no exterior através de três ações: divulgação, geração de negócios e estímulo à demanda", completou o secretário de Políticas Culturais do MinC, Sérgio Sá Leitão, responsável pela gestão do programa. "Temos aqui uma
típica parceria público-privado no campo da música, pois as entidades do setor
entram com a contrapartida de 50%", afirmou Sá Leitão.

A principal ação do programa é o Plano Nacional de Exportação da Música do Brasil, que será lançado no dia 02 de setembro, com a presença dos ministros da Cultura e do Desenvolvimento, indústria e Comércio Exterior, Gilberto Gil e Luiz Furlan. "A música francesa deu um grande salto devido à implemetação de uma política de Estado para o setor, queremos fazer o mesmo. Hoje, na França, o mercado
fonográfico gera 600 milhões de euros por ano", informou o secretário de Políticas Culturais do MinC.

Também presente na cerimônia, o gerente do Pró-Música, Michel Nicolau Netto, anunciou as ações do programa. "Vamos quantificar os impactos internos e externos das exportações de música e desenvolver uma série de intervenções de apoio e capacitação para o setor", explicou. Entre as principais ações divulgadas, estão:

- a criação da marca Música do Brasil;

- a implantação do Portal Música do Brasil, com abrangente informação sobre o
setor, no país, e divulgação do projeto no exterior;

- a promoção e a divulgação da música e do artista brasileiro no exterior através de ações coordenadas, de diversos gêneros, com ferramentas digitais como o
Rádio e a TV por Internet;

- o desenvolvimento e a publicação de pesquisas sobre o mercado internacional
e suas exigências;

-a realização de seminários, cursos e atividades de capacitação empresarial
do setor para exportação;

- a participação em feiras internacionais de música;

- a organização da vinda de jornalistas estrangeiros especializados,
para ampliar a repercussão da música do Brasil no exterior;

- a produção de turnês internacionais de artistas brasileiros, visando à
criação de um circuito permanente;

- a organização de catálogos de música brasileira voltados à exportação, inclusive
o primeiro Catálogo Eletrônico de Música Erudita Brasileira;

"Até o final do ano, lançaremos a marca Música do Brasil, que identificará todas
as ações do programa e os produtos da música brasileira no exterior", completou Sérgio Sá Leitão, que também falou sobre a criação da base de dados da música brasileira e sobre a realização de feiras internacionais. “Inicialmente, vamos
catalogar três mil artistas no Portal Música do Brasil, mas temos a ambição
de chegar a 500 mil fonogramas, com a quase totalidade dos artistas brasileiros catalogados”, ressaltou o secretário. "Já sobre as feiras internacionais, esperamos excelentes resultados, pois temos dados impressionantes sobre o impacto desses eventos em outros países: a cada ano, as feiras internacionais de música fazem as vendas aumentarem em 50%", concluiu.

Além do Pró-Música, o Ministério da Cultura implantou neste ano a Câmara Setorial
de Música, que une governo e representantes de todo elo da cadeia produtiva para a formulação de políticas públicas para o setor.

Publicado por Assessoria de Comunicação Social do
Ministério da Cultura




Fundação Apollon e a música brasileira

A Fundação Apollon, uma entidade alemã de apoio às artes,
sem fins lucrativos e com sede em Bremen, Alemanha,
entre outras realizações na área de música, vem,
há vários anos, realizando um trabalho de divulgação
da música erudita brasileira.
Esta fundação considera que a música brasileira
é rica e variada, mas infelizmente, exceção feita à obra
de Villa-Lobos, é pouco conhecida fora do Brasil.
Assim, sob os auspícios dessa fundação,
vários concertos têm se realizado em diversos países
da Europa e Estados Unidos,
onde o Barítono Renato Mismetti e o pianista
Maximiliano de Brito apresentam obras de Alberto Nepomuceno,
Carlos Gomes, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos,
Hekel Tavares, José Francisco Leal, Kilza Setti,
Marlos Nobre, Osvaldo Lacerda, Valdemar Henrique,
Camargo Guarnieri, Ernani Braga, Oscar Lorenzo Fernandez,
José Siqueira, e outros.
Pelo terceiro ano consecutivo, será realizado
no mês de agosto próximo, no Teatro da Ópera
da cidade de Bayreuth, Alemanha, por ocasião do
`` Festival de Wagner, um concerto de música brasileira,
num interessante projeto que se chama
Poesia & Música, e que também fará uma homenagem
a Carlos Drummond de Andrad.
Maiores detalhes: http://www.musicabrasileira.net/
http://www.arte-brasil.net/
http://digilander.libero.it/cantosdobrasil/
http://www.apollon-art-foundation.org/
Sarah Daniel - Apollon-Stiftung
cantos.do.brasil@libero.it


A Orquestra Sinfônica da Bahia consegue sentença
judicial que dispensa a obrigatoriedade
de filiação e pagamento de anuidade à OMB

A legitimidade da Ordem dos Músicos do Brasil está em xeque.
Criada em 1960, pelo decreto lei 3867, a instituição sofre diversas
ações na Justiça pelo país, questionando sua identidade como órgão
de seleção, fiscalização da prática profissional e defesa da classe.
A Bahia engrossa o coro com a sentença do juiz titular Pedro
Braga Filho, da 1ª Vara da Justiça Federal da Bahia, concedida
esta semana, que declara a inconstitucionalidade da Ordem
dos Músicos do Brasil na Bahia. A decisão, com parecer
favorável do procurador da República Edgard de Almeida
Castanheira, permite que 50 músicos da Orquestra Sinfônica da
Bahia possam se apresentar sem estarem filiados à instituição e
sem necessidade de pagarem a anuidade. "Foi a maior vitória da
Bahia", comemora o advogado Rodrigo Moraes, anunciando ontem a
decisão judicial. O presidente da OMB-BA, Emídio José dos Santos,
não foi localizado para comentar a sentença. O advogado, especialista
em direitos autorais e que encaminhou a ação à Justiça, já havia sido
bem-sucedido no final do ano passado, quando conseguiu que a
orquestra do maestro Zeca Freitas e os músicos Fernando Marinho,
Rebeca Matta, Mou Brasil e Ivan Huol fossem liberados da OMB.
Para que a decisão contemple outros músicos, o advogado
esclarece que é necessário que "o movimento entre com ação
direta de inconstitucionalidade para o Supremo Tribunal Federal".
Para tanto, ele diz ser necessário que a classe se una e busque
partidos políticos que se interessem pela questão. "A coisa
está caminhando", garante o advogado, que parte do artigo 5º,
inciso IX e 220, da Constituição Federal, que garante a livre
expressão da atividade artística, independentemente de censura
ou licença. A maior parte das queixas dos músicos em relação à
OMB diz respeito à cobrança da anuidade e aos abusos relativos a
multas e impedimento para apresentação pública. Sem falar no teste
que "seleciona" quem é e quem não é músico. Um dos integrantes
da Osba, Juracy Cardoso, afirma que a OMB não só quer impedir o
músico de trabalhar se não estiver em dia com a anuidade, como
também não faz prestação de contas. Os interessados também
seriam despistados sobre as condições para participar do Conselho da
Ordem e das eleições da instituição. "Cansamos das arbitrariedades
da Ordem dos Músicos", desabafa o diretor da Osba, Salomão
Rabinovitz.
"É claro que estamos satisfeitíssimos com esse resultado, porque
tentavam impedir nossas apresentações tanto aqui como em outros
lugares, a exemplo de São Paulo. Estamos felizes sem esse problema
na cabeça, que sempre afligiu os músicos", diz ele. O regente também
acredita que a decisão vai repercutir no Brasil, "onde já há
em muitas cidades esse descontentamento, com músicos entrando
na Justiça". Paga!-Não pago! - Segundo o advogado Rodrigo Moraes,
é ilegal a cobrança de dinheiro na hora do show, bem como impedir
que alguém exerça a profissão. "O músico que é leigo acredita nas
ameaças e paga ao fiscal, mas eles sequer dão recibo". E o advogado
denuncia outro agravante: a OMB-BA acumula a função de fazer
registro autoral de músicas, cobrando R$2 por cada, sem ter
competência para isso". O local para se fazer registro autoral em
Salvador é no escritório da Biblioteca Nacional, que funciona na
Biblioteca Central dos Barris. Instituída na Bahia em 1962, a Ordem
dos Músicos conta com pouco mais de oito mil músicos inscritos,
de acordo com o presidente Emídio José dos Santos. Ele dirige o
órgão há 15 anos, estima que existem cerca de 20 mil músicos na
Bahia e, dos inscritos, 70% estão inadimplentes. "Na Bahia, o músico
é descansado, sabe que a gente não faz pressão", afirmou recentemente,
em entrevista ao Folha. A instituição cobra R$80 pela anuidade,
R$10 para o músico fazer os testes para receber o registro profissional
e R$190 pela carteira. O fato de a OMB-BA estar sendo questionada em
sua representatividade, para ele, é algo isolado. "A Bahia é um
estado-encrenca. Todo dia recebo mandado da Justiça e acho um
absurdo um juiz conceder liminar isentando músicos com as despesas
que arcamos.
Os músicos daqui são muito complicados", julga, salientando que
" as estrelas da axé pagam rigorosamente, mas a arraia miúda não"
Mas o desgosto no meio não é um fenômeno isolado, como quer
o presidente. No ano passado, em São Paulo, foi concedida liminar
ao músico Airton Fernandes contra o presidente da Ordem dos
Músicos do Brasil, Wilson Sandoli, que está no cargo há 36 anos
e acumula também a presidência do Sindicato dos Músicos
.
A internet tem listas de discussão sobre o assunto, com relatos de
casos e cara de movimento organizado. Embora as queixam se
repitam, o presidente da OMB-BA alega comportamento exemplar por
parte dos fiscais daqui (um plural quase injustificável, porque
são apenas dois), que vão às ruas nas quintas, sextas, sábados e
domingos. "Quando chegam a uma casa e tem um músico irregular,
lavramos auto de infração e pedimos que compareça à instituição
para se justificar", garante. Diz também que a Ordem não embarga
show, não age com poder de polícia, nem cobra na hora de shows.
Mas os músicos não vivem isso. Fundador da Ordem dos Músicos do
Brasil de São Paulo, que deu origem às demais OMBs, Hermeto Paschoal
viu os rumos da instituição mudarem durante a ditadura, que colocou
como presidente Wilson Sandoli, até hoje no cargo. "Durante esse
tempo todo não vi a Ordem fazer nada. Não posso enganar o povo:
deveria se chamar Desordem dos Músicos", diz o multiinstrumentista.
Ele acredita que, até por ser a Ordem dos Músicos do Brasil, a
instituição deveria ser mais unida, mas acha que só há uma
coisa padronizada: "É o dinheiro que todas querem".

OSESP lança CD com obras de Guarnieri

OSESP ABRE SÉRIE DE GRAVAÇÕES
COM O SELO SUECO BIS! LANÇANDO CD
COM OBRAS DE MOZART CAMARGO GUARNIERI
É a primeira gravação de uma orquestra brasileira por um selo estrangeiro.
A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - OSESP
lançou nos dias 09 e 11 de maio, na Sala São Paulo,
seu primeiro CD comercial com distribuição mundial.
Mais informações à imprensa: EDITOR COMUNICAÇÃO
Com Lúcio Nunes e Sylvio Novelli
(0xx11) 3662-1660/3822-0071 - editcom@uol.com.br


Música popular brasileira



Site brasileiro especializado em festivais de musica popular
www.festivaisdobrasil.com.br



Instrumento para o profissional da música popular
www.alomusica.com


VÍDEO-AULA



Recente lançamento em vídeo aula da LennertVideo
Uma Aula de Violão com o professor e violonista Henrique Pinto

O seu conteúdo está baseado nos livros:
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Pedidos com José Eduardo Lennert fone/fax: [11] 231-1934

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