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| O
Teatro Cultura Artística incendeia |
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| Sinfônica
Nacional em Ouro Preto e Mariana |
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| TRIBUTO
A CARLOS VIAL |
| No dia 13 de julho p.p.,O TEATRO LÍRICO DE EQUIPE, no Theatro São Pedro, em São Paulo, homenageou o saudoso cantor lirico Carlos Vial, com a apresentação do tenor Luiz Doné e do pianista Alex Flores. Vial, além de sua excelência como interprete, foi um dos mais notáveis mestres na Arte do Canto. ![]() |
| Falece
o compositor Nilson Lombardi |
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| Falece
na Itália a harpista Laura Ferraro |
| Aos 87 anos, faleceu na Itália, sua terra de origem, a harpista Laura Viviani Ferraro. Casada com o Maestro Mário Ferraro, teve atuação destacada no meio musical brasileiro na qualidade de intérprete e professora. Morando em São Paulo, foi responsável pela formação das melhores harpistas nacionais - como integrarantes das orquestras, como solistas e como recitalistas. Casualmente, o programa Músicas que Elevam (Boa Vontade TV - SKY - Canal 27), nesta mesma semana, apresenta a harpista Maria Teresa Briamonte, discípula de Laura Ferraro, a respeito da qual faz referências históricas. |
| Música
Brasileira no Exterior |
| (Transcrevemos na íntegra
o comunicado do Ministério da Cultura) |
| Fundação
Apollon e a música brasileira |
| A Fundação Apollon, uma entidade alemã de apoio às artes, sem fins lucrativos e com sede em Bremen, Alemanha, entre outras realizações na área de música, vem, há vários anos, realizando um trabalho de divulgação da música erudita brasileira. Esta fundação considera que a música brasileira é rica e variada, mas infelizmente, exceção feita à obra de Villa-Lobos, é pouco conhecida fora do Brasil. Assim, sob os auspícios dessa fundação, vários concertos têm se realizado em diversos países da Europa e Estados Unidos, onde o Barítono Renato Mismetti e o pianista Maximiliano de Brito apresentam obras de Alberto Nepomuceno, Carlos Gomes, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos, Hekel Tavares, José Francisco Leal, Kilza Setti, Marlos Nobre, Osvaldo Lacerda, Valdemar Henrique, Camargo Guarnieri, Ernani Braga, Oscar Lorenzo Fernandez, José Siqueira, e outros. Pelo terceiro ano consecutivo, será realizado no mês de agosto próximo, no Teatro da Ópera da cidade de Bayreuth, Alemanha, por ocasião do `` Festival de Wagner, um concerto de música brasileira, num interessante projeto que se chama Poesia & Música, e que também fará uma homenagem a Carlos Drummond de Andrad. Maiores detalhes: http://www.musicabrasileira.net/ http://www.arte-brasil.net/ http://digilander.libero.it/cantosdobrasil/ http://www.apollon-art-foundation.org/ Sarah Daniel - Apollon-Stiftung cantos.do.brasil@libero.it |
| A
Orquestra Sinfônica da Bahia consegue sentença judicial que dispensa a obrigatoriedade de filiação e pagamento de anuidade à OMB |
| A legitimidade da Ordem dos Músicos do Brasil está em xeque. Criada em 1960, pelo decreto lei 3867, a instituição sofre diversas ações na Justiça pelo país, questionando sua identidade como órgão de seleção, fiscalização da prática profissional e defesa da classe. A Bahia engrossa o coro com a sentença do juiz titular Pedro Braga Filho, da 1ª Vara da Justiça Federal da Bahia, concedida esta semana, que declara a inconstitucionalidade da Ordem dos Músicos do Brasil na Bahia. A decisão, com parecer favorável do procurador da República Edgard de Almeida Castanheira, permite que 50 músicos da Orquestra Sinfônica da Bahia possam se apresentar sem estarem filiados à instituição e sem necessidade de pagarem a anuidade. "Foi a maior vitória da Bahia", comemora o advogado Rodrigo Moraes, anunciando ontem a decisão judicial. O presidente da OMB-BA, Emídio José dos Santos, não foi localizado para comentar a sentença. O advogado, especialista em direitos autorais e que encaminhou a ação à Justiça, já havia sido bem-sucedido no final do ano passado, quando conseguiu que a orquestra do maestro Zeca Freitas e os músicos Fernando Marinho, Rebeca Matta, Mou Brasil e Ivan Huol fossem liberados da OMB. Para que a decisão contemple outros músicos, o advogado esclarece que é necessário que "o movimento entre com ação direta de inconstitucionalidade para o Supremo Tribunal Federal". Para tanto, ele diz ser necessário que a classe se una e busque partidos políticos que se interessem pela questão. "A coisa está caminhando", garante o advogado, que parte do artigo 5º, inciso IX e 220, da Constituição Federal, que garante a livre expressão da atividade artística, independentemente de censura ou licença. A maior parte das queixas dos músicos em relação à OMB diz respeito à cobrança da anuidade e aos abusos relativos a multas e impedimento para apresentação pública. Sem falar no teste que "seleciona" quem é e quem não é músico. Um dos integrantes da Osba, Juracy Cardoso, afirma que a OMB não só quer impedir o músico de trabalhar se não estiver em dia com a anuidade, como também não faz prestação de contas. Os interessados também seriam despistados sobre as condições para participar do Conselho da Ordem e das eleições da instituição. "Cansamos das arbitrariedades da Ordem dos Músicos", desabafa o diretor da Osba, Salomão Rabinovitz. "É claro que estamos satisfeitíssimos com esse resultado, porque tentavam impedir nossas apresentações tanto aqui como em outros lugares, a exemplo de São Paulo. Estamos felizes sem esse problema na cabeça, que sempre afligiu os músicos", diz ele. O regente também acredita que a decisão vai repercutir no Brasil, "onde já há em muitas cidades esse descontentamento, com músicos entrando na Justiça". Paga!-Não pago! - Segundo o advogado Rodrigo Moraes, é ilegal a cobrança de dinheiro na hora do show, bem como impedir que alguém exerça a profissão. "O músico que é leigo acredita nas ameaças e paga ao fiscal, mas eles sequer dão recibo". E o advogado denuncia outro agravante: a OMB-BA acumula a função de fazer registro autoral de músicas, cobrando R$2 por cada, sem ter competência para isso". O local para se fazer registro autoral em Salvador é no escritório da Biblioteca Nacional, que funciona na Biblioteca Central dos Barris. Instituída na Bahia em 1962, a Ordem dos Músicos conta com pouco mais de oito mil músicos inscritos, de acordo com o presidente Emídio José dos Santos. Ele dirige o órgão há 15 anos, estima que existem cerca de 20 mil músicos na Bahia e, dos inscritos, 70% estão inadimplentes. "Na Bahia, o músico é descansado, sabe que a gente não faz pressão", afirmou recentemente, em entrevista ao Folha. A instituição cobra R$80 pela anuidade, R$10 para o músico fazer os testes para receber o registro profissional e R$190 pela carteira. O fato de a OMB-BA estar sendo questionada em sua representatividade, para ele, é algo isolado. "A Bahia é um estado-encrenca. Todo dia recebo mandado da Justiça e acho um absurdo um juiz conceder liminar isentando músicos com as despesas que arcamos. Os músicos daqui são muito complicados", julga, salientando que " as estrelas da axé pagam rigorosamente, mas a arraia miúda não" Mas o desgosto no meio não é um fenômeno isolado, como quer o presidente. No ano passado, em São Paulo, foi concedida liminar ao músico Airton Fernandes contra o presidente da Ordem dos Músicos do Brasil, Wilson Sandoli, que está no cargo há 36 anos e acumula também a presidência do Sindicato dos Músicos. A internet tem listas de discussão sobre o assunto, com relatos de casos e cara de movimento organizado. Embora as queixam se repitam, o presidente da OMB-BA alega comportamento exemplar por parte dos fiscais daqui (um plural quase injustificável, porque são apenas dois), que vão às ruas nas quintas, sextas, sábados e domingos. "Quando chegam a uma casa e tem um músico irregular, lavramos auto de infração e pedimos que compareça à instituição para se justificar", garante. Diz também que a Ordem não embarga show, não age com poder de polícia, nem cobra na hora de shows. Mas os músicos não vivem isso. Fundador da Ordem dos Músicos do Brasil de São Paulo, que deu origem às demais OMBs, Hermeto Paschoal viu os rumos da instituição mudarem durante a ditadura, que colocou como presidente Wilson Sandoli, até hoje no cargo. "Durante esse tempo todo não vi a Ordem fazer nada. Não posso enganar o povo: deveria se chamar Desordem dos Músicos", diz o multiinstrumentista. Ele acredita que, até por ser a Ordem dos Músicos do Brasil, a instituição deveria ser mais unida, mas acha que só há uma coisa padronizada: "É o dinheiro que todas querem". |
| OSESP
lança CD com obras de Guarnieri |
| OSESP ABRE SÉRIE DE GRAVAÇÕES COM O SELO SUECO BIS! LANÇANDO CD COM OBRAS DE MOZART CAMARGO GUARNIERI É a primeira gravação de uma orquestra brasileira por um selo estrangeiro. A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - OSESP lançou nos dias 09 e 11 de maio, na Sala São Paulo, seu primeiro CD comercial com distribuição mundial. Mais informações à imprensa: EDITOR COMUNICAÇÃO Com Lúcio Nunes e Sylvio Novelli (0xx11) 3662-1660/3822-0071 - editcom@uol.com.br |
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