CRONOLOGIA
Chiquinha Gonzaga





1847
- Nasce no Rio de janeiro a 17 de outubro.
1863 - Casa-se com Jacinto Ribeiro do Amaral.
1864 - Nasce seu primeiro filho: João Gualberto.
1865 - Nasce sua filha Maria.
1866 - Embarca com o marido no navio São Paulo, por este fretado, que transporta tropas para a Guerra do Paraguai.

1869 - Abandona o marido. Conhece o flautista Joaquim Antônio Callado.
1876 - Vive com o engenheiro João Batista de Carvalho. Nasce a filha Alice.
1877 - Primeira obra editada: a polca Atraente, que em nove meses chega à 15ª edição.
1879 - Começa a instrumentar, com autodidatismo.
1880 - Anuncia-se publicamente como professora de várias matérias.
1883 - Tentativa frustrada de musicar libreto de Arthur Azevedo (a produção teatral não aceita uma mulher como autora da música).
1885 - Estréia como maestrina.
1888 - Extinção da escravidão no Brasil, pela qual durante tantos anos Chiquinha Gonzaga lutara. 1889 - Proclamação da República, outro anseio da compositora.
1890 - Nasce a primeira neta.
1891 - Falecimento do pai.
1896 - Falecimento de Rosa, sua mãe.
1899 - Carnaval. Compõe Ó Abre las. Conhece João Batista, jovem português de 16 anos que seria seu companheiro até o fim da vida.
1902 - Viaja para a Europa.
1904 - Segunda viagem à Europa.
1906 - Instala-se em Portugal.
1909 - Retorno ao Brasil.

1911 - Inicia intensa atividade musicando peças teatrais para os espetáculos por sessões dos cine-teatros da Praça Tiradentes (RJ).
1912 - Estréia Forrobodó, seu maior sucesso teatral.
1913 - Deflagra campanha em defesa pelo direito autoral dos compositores e teatrólogos.
1914 - Lançamento, com grande sucesso, do tango Corta-Jaca.
1917 - Participa da fundação da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais.
1919 - Grande éxito da peça de costumes regionais Juriti.
1925 - Recebe homenagens consagradoras da SBAT e reconhecimento do país inteiro.
1933 - Falecimento do filho João Gualberto em São Paulo. Aos 85 anos escreve sua última música: Maria.
1934 - Falecimento da filha Maria.
1935 - Morre no dia 28 de fevereiro.
Dois dias depois realiza-se o primeiro concurso oficial das escolas de samba.

( Dados extraídos do livro "Chiquinha Gonzaga uma história de vida", de Edinha Diniz, sua única biógrafa - Ed. Rosa dos Tempos, 4ª ed., RJ, 1999 ).